domingo, 21 de maio de 2017

Em tempo de censura universal....

....procurar alternativas é um gesto revolucionário.

Depois do Facebook ter apagado várias contas minhas (o que causou a perda da primeira página "Perigo Islâmico" que tinha, por essa altura, mais de 30,000 seguidores), irei gradualmente cortar com o uso dessa rede social totalmente globalista.

Devido a isso, este blogue vai continuar com a sua actividade normal (mas com mais posts), mas em vez de publicitar os posts no Facebook, os mesmos serão publicitados nos sítios linkados a seguir:



E se por acaso tiverem dúvidas em diminuir e cortar de vez com o uso do Facebook, eis aqui um bom incentivo:


.






terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Os "refugiados" Góticos

Por Vox Day

Durante o Verão passado, um certo número de pessoas normalmente sensíveis ficaram chocadas quando eu disse que os governos Europeus teriam sido sensatos se tivessem afundado os barcos que estavam a atravessar o Mediterrâneo. A maior parte destas pessoas apercebem-se agora que os povos da Europa estariam em melhor situação se os seus governos tivessem colocado de lado o argumento "é moralmente correcto ajudar estes pobres e indefesos refugiados" e tivessem cumprindo com a sua responsabilidade de defender as suas fronteiras nacionais.

Mas a minha opinião não se baseia na crueldade insensível, mas sim no conhecimento da História. Estava a ler o livro "O Império Bizantino" de Charles Oman, e a seguinte passagem chamou a minha atenção, pressagiando a situação actual. Irão notar que o Verão passado não foi a primeira vez que refugiados em perigo receberam permissão para atravessar a fronteira, e, tal como sugere o relato de Oman, não será a primeira vez que os povos cujos governos os traíram pagam um preço amargo por esse falhanço.

Vejam só a história comovente de pessoas em apuros, sem culpa alguma, em busca de refúgio devido a um ataque não provocado levado a cabo por um adversário terrível.

Por volta de 372 AD os Hunos, uma enorme horde Tártara proveniente de zonas além do Don e do Volga, apareceram subitamente em terras a norte do Euxine [Mar Negro], e começaram a avançar para ocidente. A primeira tribo que se encontrava no seu caminho, a raça nómada com o nome de Alanos, foi quase totalmente exterminada. Depois disto, eles avançaram sobre os Góticos.

Os Ostrogodos levaram a cabo uma tentativa desesperada de defesa da linha de Dniester contra os selvagens invasores - "homens com faces que dificilmente poderiam ser chamadas de faces, mas sim pedaços de carne preta com pequenos pontos em vez de olhos; pequenos em estatura, mas ágeis e activos, hábeis na equitação, de ombros largos, bons com as flechas, obstinados e orgulhosos, escondendo por trás duma forma pouco humana a ferocidade duma besta selvagem."

Mas o inimigo que o historiador Gótico descreve nestes termos pouco convidativos era demasiado forte para os Teutões do Este. Os Ostrogodos foram esmagados e forçados a tornarem-se vassalos dos Hunos (excepto um remanescente que abriu caminho lutando até à costa Valáquiana, perto dos pântanos do Delta do Danúbio).

Depois disto, os Hunos abateram-se sobre os Visigodos. A onda invasora intensificou-se; o rio Bug e o rio Prut não foram obstáculos para os enxames de arqueiros nómadas, e os Visigodos, sob a liderança do Duque Fritigerno, caíram em desânimo, juntamente com as suas esposas e os seus filhos, as suas carruagens, o seu gado e os seus rebanhos, até que deram por si com as suas costas contra o Danúbio.

Renderem-se ao inimigo era mais terrível para os Visigodos do que renderem-se aos seus irmãos orientais; estes eram mais civilizados, a maior parte era Cristã, e a possibilidade de sofrer a escravatura sob selvagens parecia ser mais intolerável para eles.

Empurrados contra o Danúbio e contra a fronteira Romana, os Visigodos, em desespero, enviaram um pedido de travessia ao Imperador. Um escritor contemporâneo descreve a forma como eles se colocaram: "Toda a multidão que havia escapado da selvagaria assassina dos Hunos - não menos de 200,000 homens em idade militar, sem contar com as mulheres, os velhos e as crianças - encontravam-se na margem do rio, estendendo as suas mãos em pranto sonoro, lamentando a sua calamidade, e prometendo que se iriam comprometer fielmente com a aliança imperial se pelo menos o favor lhes fosse concedido."

Quem entre vocês seria tão insensível, tão cruel, e negar o refúgio a centenas de milhares de mulheres e crianças que fogem de alguns dos guerreiros mais selvagens que a História já registou no que toca a matança de inocentes? Certamente que o Imperador Romano não seria assim tão insensível, embora ele tenha estado bem ciente do perigo potencial e tenha tomado as precauções necessárias.

A proposta dos Góticos deixou [o Imperador Flávio Júlio] Valente cheio de consternação. Era difícil dizer o que era mais perigoso: recusar a passagem a 200,000 homens armados desesperados devido a  inimigo selvagem nas suas costas, ou admiti-los para dentro da linha dividida pelo rio e para a fortaleza que protegia essa fronteira, com a obrigação implícita de encontrar terra para eles.

Depois de muitas dúvidas, ele escolheu a última opção: se os Góticos lhes dessem reféns e abdicassem das suas armas, eles seriam transportados para além do Danúbio e receberiam permissão para se fixarem como súbitos dentro do império.

Não é esta a escolha moral? Dar-lhes refúgio, mas desarmá-los de modo a que eles não causem demasiados problemas? Não é isso que vocês fariam, sendo vocês pessoas boas e morais, sensatas e cautelosas?

Os Góticos aceitaram os termos, abdicaram dos filhos dos chefes como reféns, e avançaram através do rio o mais rapidamente que a flotilha Romana do Danúbio lhes permitiu. Mas mal chegaram a Moesia os problemas começaram. Os oficiais Romanos tentaram inicialmente desarmar os imigrantes, mas os Góticos estavam pouco dispostos a abdicar das mesmas, e, consequentemente, ofereceram subornos avultados como forma de permitir que ficassem com as armas: em clara desobediência às ordens do Imperador, os subornos foram aceites e os Góticos ficaram com as armas.

Outras disputas rapidamente começaram.... Fritigerno, com muitos dos seus nobres, estava a jantar com o Conde Lupicino na povoação de Marcianopólis no preciso momento em que Góticos esfomeados tentaram pilhar o mercado à força. Uma parte dos soldados Romanos tentou afastá-los mas rapidamente foram maltratados ou mortos.

Ao ouvir o tumulto e ao saber a sua causa, Lupicino irresponsavelmente ordenou aos seus soldados que agarrassem e matassem Fritigerno e os outros convidados do banquete. Os Góticos puxaram das suas espadas e abriram caminho para fora do palácio. Depois de cavalgar para o mais próximo acampamento dos seus seguidores, e depois de contar a sua história, mandou que eles pegassem nas suas armas e que lutassem contra Roma.

Depois disso, seguiu-se um ano de luta desesperada ao longo do Danúbio, e também no declive nortenho das Balcãs. Os Góticos, esfomeados há já muitos meses, assolados pela extorsão e pelo sofisma a que haviam sido sujeitos, rapidamente mostraram que o antigo espírito bárbaro estava levemente coberto pela aparência Cristã, fé a qual haviam convertido no último meio-século.

A luta centrou-se numa repetição dos grandes raids do terceiro século: as aldeias foram roubadas, e os campos abertos foram devastados ao bom velho estilo, e a luta não ficou menos feroz devido ao facto de muitos escravos fugidos e outros marginais entre a população provincial se terem unido aos invasores.

Portanto, em vez dos Góticos terem sido massacrados e escravizados pelos Hunos, os Romanos foram massacrados, as suas povoações destruídas, e as suas terras devastadas. Ninguém poderia de maneira alguma adivinhar que isto poderia acontecer, certo? Mesmo assim, era a coisa moralmente de fazer porque, refugiados, certo?

Mas esperem! As coisas ficam ainda melhores, e o final é tão ajustado que mais parece uma fábula de Esopo do que eventos históricos reais:

No ano de 378 AD o corpo principal dos Góticos conseguiu forçar as linhas das Balcãs, e não estavam muito longe de Adrianópolis quando o Imperador tomou a decisão de os atacar com um esplêndido exército composto por 60,000 homens. 

Toda a gente esperava ouvir falar duma vitória porque a reputação de invencibilidade ainda se agarrava às legiões, e depois de 600 anos de guerra, a disciplinada infantaria de Roma, robur peditum, cujos momentos altos já duravam desde as guerras Púnicas, ainda era considerada superior (quando manuseada de maneira relativamente acertada) a qualquer quantidade de bárbaros selvagens.

Flávio Júlio Valente encontrou o corpo principal dos Góticos acampado num grande "laager", numa planície a norte de Adrianópolis. Depois de algumas negociações abortivas, Valente desenvolveu um ataque à sua parte frontal, quando de repente uma enorme massa de cavaleiros avançou contra o flanco Romano. Esta era a força principal da cavalaria Gótica, e ela estava aforragear à distância. Mal ela recebeu notícia da luta, ela avançou directamente para o campo de batalha.

Alguns esquadrões Romanos que cobriam o flanco esquerdo do exército do Imperador foram abalroadas dos seus cavalos e espezinhadas. Depois disto, os Góticos varreram a infantaria da ala esquerda, "enrolaram-na", e empurraram-na para o centro. O impacto foi de tal magnitude que as legiões e os grupos de soldados foram empurrados uns para cima dos outros, gerando uma confusão desesperada.

Todas as tentativas de se firmar uma posição falharam, e no espaço de alguns minutos, a esquerda, o centro e as reservas eram uma massa indistinguível. Os guardas imperiais, as tropas leves, os lançadores, os auxiliares, e a infantaria das linhas foram presas juntas e num amontoado que crescia a cada instante que passava.

A cavalaria Romana viu que o dia estava perdido, e como tal, cavalgou dali para fora sem qualquer esforço adicional. Foi então que a infantaria abandonada se apercebeu do horror da sua posição: igualmente incapazes de se desdobrar ou "voar", eles tiveram que ficar no mesmo sítio, esperando ser cortados.

Os homens não conseguiam levantar os braços para desferir golpes devido à  forma compacta como se encontravam. As lanças estalavam à direita e à esquerda, e quem as tinha na mão estava incapaz de as levantar para a posição vertical; muitos soldados foram esmagados na confusão.

Foi para dentro desta massa trêmula que os Góticos cavalgaram, usando as lanças e as espadas contra o inimigo indefeso. Só depois de 40,000 homens terem caído que o desbaste das fileiras permitiu que os sobreviventes desobstruíssem o caminho e seguissem a cavalaria na fuga. Deixaram para trás, mortos no campo, o Imperador, os Grão-Mestres da Infantaria e da Cavalaria, o Conde do Palácio, e 35 comandantes de forças distintas.

A batalha de Adrianópolis foi a derrota mais terrível sofrida por um exército Romano desde Cannae, uma matança que foi correctamente comparada pelo historiador contemporâneo Ammianus Marcellinus. O exército do Este foi quase todo ele aniquilado, e nunca mais se reorganizou segundo as linhas Romanas antigas.

Seria apropriado que os Obamas e as Merkels do mundo sofressem destinos semelhantes às mãos dos refugiados que eles salvaram. Seis anos apenas depois de permitirem que centenas de milhares de refugiados pobres e desperados atravessassem o rio e chegassem à segurança das terras Romanas, o Imperador Flávio Júlio Valente e 50,000 dos seus melhores soldados foram mortos por eles.

Dezassete anos mais tarde, Alarico I, o Gótico, governava sobre o norte e "vagueava por toda a parte, desde o Danúbio até às portas de Constantinopla, e da Constantinopla até à Grécia, tomando resgates ou assaltando todas as povoações com as quais se deparava, até os Góticos estarem cheios de bens pilhados."

38 anos depois dos Góticos terem atravessado o Danúbio, Alarico o Gótico saqueou Roma. Temos que observar que desta vez os eventos podem não demorar 38 anos.

E é por isto, mais caros moralistas de coração terno, que temos sempre que afundar os malditos barcos.

Fonte: http://bit.ly/2mxQsN6

* * * * * * *

Note-se que no caso de Alarico e do saque e destruição de Roma, estamos a falar de dois ou mais povos Europeus que practicavam a mesma Fé e que eram, essencialmente, geneticamente semelhantes. No caso dos modernos falsos "refugiados", estamos a falar de povos com outra religião e de outro grupo étnico.

Se os Europeus puderam tratar outros Europeus da forma descrita em cima, porque é que as pessoas pensam que os invasores maometanos irão agir de forma distinta, especialmente se levarmos em contra a longa história islâmica de invasão, conquista e pilhagem? 

Tal como já havíamos visto noutro texto, imigração é invasão e é guerra. Quem é a favor da imigração islâmica, é a favor da guerra na Europa. E guerra é o que vamos ter na Europa.

Lucas no Minds.

Lucas no Gab.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O porquê da elite globalista odiar Putin

Por Vox Day.

Eis aqui uma porção do excelente e perspicaz discurso de Vladimir Putin, que ilustra de forma perfeita o porquê dos globalistas e dos média anti-Ocidente estarem desesperados para o atacar e  para atacar a Rússia:

Um desafio maior para a identidade nacional Rússia está associada aos processos que observamos fora da Rússia. Entre eles listam-se a política externa, os valores morais e outros aspectos.

Observamos que muitos estados Euro-Atlânticos seguiram um caminho onde eles negam ou rejeitam as suas raízes, incluindo as suas raízes Cristãs que formam a base da civilização Ocidental.

Nestes países, as bases morais e muita da identidade tradicional está a ser negada - a nacionalidade, a religião, a cultura e até as identidades de género estão a ser negadas ou relativizadas.

Por lá, os políticos tratam a família com muitos filhos como juridicamente idêntica à parceria homossexual; a fé em Deus é equivalida à fé em Satanás. Os excessos e os exageros do politicamente correcto que existem nestes países levam, de facto, a que sejam feitas considerações sérias em favor da legitimação de partidos que promovem a propaganda da pedofilia.

As pessoas de muitos estados Europeus têm, na verdade, vergonha das suas afiliações religiosas e estão de facto assustadas em falar delas. Os feriados e as celebrações Cristãs estão a ser abolidas ou renomeadas de maneira a serem "neutrais", como se alguém estivesse envergonhado desses feriados Cristãos. Desta forma, é escondido o profundo valor moral dessas celebrações.

E estes países tentam forçar esse modelo noutros países, e a nível global. Estou profundamente convencido de que isto é a degradação directa e a primitivização da cultura. Isto leva à crises demográficas e morais profundas no Ocidente.

Que melhor evidência pode haver da crise moral da sociedade humana no Ocidente que a perda da sua função reprodutiva? E, actualmente, quase todos os países Ocidentais "desenvolvidos" não conseguem sobreviver em termos reprodutivos, e nem mesmo com a ajuda dos imigrantes.

Sem os valores morais que se encontram enraizadas no Cristianismo e noutras religiões mundiais, sem regras e valores  morais que foram formados, e têm sido desenvolvidos durante os milénios, as pessoas inevitavelmente perdem a sua dignidade humana e tornam-se brutas. E nós achamos que está certo e é natural defender e preservar estes valores morais Cristãos.

Temos que respeitar o direito das minorias à auto-determinação, mas, ao mesmo tempo, não podemos, e nem devemos, duvidar dos direitos da maioria.

Ao mesmo tempo que este processo se desenrola a nível nacional no Ocidente, observamos, a nível internacional, tentativas de se criar no mundo um modelo unipolar unificado, de relativizar e remover as instituições centradas nos direitos internacionais e na soberania nacional. Nesse mundo unipolar e unificado, não há lugar a estados soberanos. Tudo o que esse mundo precisa é de vassalos.

Do ponto de vista histórico, tal mundo unipolar iria significar a rendição da liberdade e da diversidade criada por Deus.

Não é de admirar que os globalistas o odeiem e o temam. Ele é um verdadeiro nacionalista, e não tem medo de defender tanto o Cristianismo como o Ocidente.......e tem armas nucleares. Para aqueles que buscam um líder para a Direita-Alternativa, eis aí um forte candidato.

Fonte: http://bit.ly/2iml7xW

* * * * * * *

Basicamente o que isto demonstra é que a maior parte (não toda) propaganda anti-Rússia e anti-Putin é motivada pelos mesmos globalistas que já controlam e dominam sobre o Ocidente. Claro que isto não é um garantia da honestidade e fiabilidade de Putin, mas sim algo que pode explicar parcialmente uma vasta gama de eventos actuais, especialmente no que toca aos eventos a desenrolar na Síria.


Putin está a ser, também, inteligente em associar a sua luta contra os globalistas em termos da uma guerra entre a civilização Cristã contra os globalistas e contra os internacionalistas. O sucesso desta estratégia pode ser visto na popularidade que Putin tem junto da população Americana.

Claro que esta "guerra"  entre Putin e os globalistas pode muito bem ser uma falsa guerra tendo em vista uma concentração ainda maior do poder mundial - hipótese não de todo fora da possibilidade se levarmos em conta quem está por trás do nome "BRICS".



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O regresso da sexualidade pagã

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:

As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginem a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?

Fonte: http://bit.ly/2hptjbS

* * * * * * *

Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos sexuais que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36





sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Auditor da NATO encontrado morto depois de investigar quem financia o Estado Islâmico.

Por Zero Hedge

A polícia Belga está a investigar as circunstâncias suspeitas em volta da morte dum oficial de alto escalão da NATO - o auditor chefe cujas responsabilidades incluíam investigar o financiamento de grupos terroristas - depois do seu corpo ter sido descoberto no seu carro com um ferimento de bala na cabeça. Como reporta a SudInfo, estão-se a acumular elementos perturbadores em torno da morte Yves Chandelon, oficial sénior da NATO sediado no Luxemburgo, e que vivia em Lens perto e Tournai:

O homem foi encontrado morto na Sexta-Feira em Andenne, com uma bala na cabeça. Foi levada uma autópsia na Terça-Feira, mas a família não acredita que tenha sido um suicídio, como está a ser reportado por muitos.

Será que Yves Chandelon tinha inimigos? Foi ele alvo de ameaças durante o período em que levava a cabo o seu trabalho na NATO? Será que este foi um crime odioso feito de modo a parecer um suicídio, ou será que o homem passou por momentos conturbados? Para os familiares, a incompreensão é total.

No dia 16 de Dezembro, o auditor-chefe de 62 anos foi encontrado na povoação Belga com o nome de Andenne, 62 milhas distante da sua casa e do seu escritório em Lens. Como salienta o The Express:

Como auditor-chefe, o Sr Chandelon era responsável pela contabilidade interna da NSPA bem como investigações externas a actividades em torno de lavagens de dinheiro e financiamento de grupos terroristas - e ainda mais bizarro é que foi reportado localmente que a arma que o matou estava no porta-luvas do seu carro.

Segundo notícias de jornais locais, foi alegado que o Sr. Chandelon tinha registado três armas no seu nome, no entanto a arma encontrada no local não lhe pertencia. A polícia está a investigar se ele havia recebido alguma ameaça que pudesse estar relacionada com o seu trabalho, e salientou que a arma usada não estava registada no seu nome.

Segundo o jornal Flamengo "The Morning", os parentes do Sr Chandelon afirmaram que ele havia estado presente na festa de Natal que havia ocorrido no dia anterior, no seu local de trabalho.

A informação em relação a este incidente fica ainda mais confusa visto que  LaMeuse publicou mais duas notícias com factos em torno da morte de Chandelon. O primeiro declara que a "carta de despedida" foi encontrada no carro de Chandelon. O segundo salienta que a arma usada para o aparente suicídio foi encontrada na sua mão direita, apesar de Chandelon ser canhoto.

- http://bit.ly/2iBN4y8

* * * * * * *

Um comentário perspicaz:

Provavelmente não têm a menor ideia de quem se trata este homem, o que é mais que natural, mas eu vou fazer o que seria a obrigação dos meios de comunicação social. Este senhor belga foi Yves Chandelon, um enviado da NATO à Síria para averiguar o financiamento que o Estado Islâmico recebia.

Algo correu muito mal pois aquilo que era para permanecer encoberto não ficou totalmente camuflado, e Chandelon descobriu que, afinal, quem financia o Estado Islâmico (ISIS) não são nada mais, nada menos (e por esta ordem) que, Israel, Arábia Saudita, EUA, Qatar, Emirados Árabes e vários países europeus (não mencionou quais).

Mas porque trago eu este assunto à superfície? Bem, primeiramente porque Chandelon foi "suicidado" há pouco mais de uma semana; foi encontrado morto no seu carro com um tiro no crânio. Aparentemente ficou tão indignado com a sua descoberta que decidiu colocar termo à própria vida.. foi o que o patologista disse e claro, não deveríamos ousar duvidar dele.

E segundamente porque a imprensa internacional, na sua grande maioria, como já seria de esperar, recusa-se a falar do assunto, ou seja, é a prova concreta de que a mesma trabalha em conjunto com os governos dos mais variados países, sendo apenas uma das várias ramificações dos mesmos.

Enquanto isso a sua família protesta, alegando que se trata de um assassinato, mas a morte de George Michael é o assunto quente do momento, então, o que importa este enviado da NATO que descobriu o que realmente ocorre nos bastidores do que se passa no Médio Oriente?  Pff, George Michael.



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A invenção modernista com o nome de "Judaico-Cristianismo"

Por Whitewraithe

Desde o final da Segunda Grande Guerra que temos sido bombardeados por todos os lados com referências à "religião Judaico-Cristã do Ocidente" e à nossa "herança Judaico-Cristã". Os políticos invocam com frequência estes princípios, e até mesmo os líderes religiosos invocam esta frase como se ela fosse uma verdade auto-evidente. Este conceito é tão sacrossanto que até mesmo os líderes seculares apelam ao mesmo.

De facto, nos Estados Unidos das América, o Judaico-Cristianismo é quase secular, e é quase sempre mencionado ao lado de conceitos tais como a liberdade, a igualdade, e a democracia - todos eles conceitos puramente seculares na sua natureza.

No meio secular, até mesmo liberais ateus podem fazer menção às "raízes Judaico-Cristãs do Ocidente" mas não só eles são incapazes de dizer quais são essas raízes, como se chega ao ponto de, devido ao seu entendimento erróneo das Escrituras Cristãs, alguns liberais afirmarem coisas que são inerentemente anti-Cristãs como se estas fizessem parte da tradição Cristã. No entanto, nós sabemos que a verdade não é relativa e que ela não muda quando o falante muda. Devido a isto, deve haver algo de profundamente errado na forma com o Judaico-Cristianismo é apresentado ou implementado pelas elites.

O Judaico-Cristianismo não existe. O Judaísmo é uma religião que é totalmente independente do Cristianismo, e ela é, de facto, a rejeição de Jesus de Nazaré como o Messias. O Talmude, o segundo livro mais sagrado do Judaísmo [ed: na verdade, o Talmude é o livro mais sagrado do Judaísmo actual], refere-se a Jesus e à Sua Mãe Maria com linguagem inequivocamente dura, qualificando-O de falso pregador, e tem linguagem de ódio para contra todos os Cristãos. Claro que nos dias de hoje, poucos Judeus, e ainda menos Cristãos, sabem sobre o Talmude, mas o sentimento do Talmudismo ainda está presente junto dos níveis mais elevados da liderança Judaica.

É verdade que o Judaísmo e o Cristianismo partilham o mesmo "Antigo Testamento", mas as interpretações diferem bastante entre Cristãos e Judeus. Para além disso, segundo Justiano Mártir, o propósito do ministério de Cristo era o de restaurar a religião genuína e denunciar a hipocrisia dos Fariseus. Consequentemente, desde o princípio que o Judaísmo se estabelece como sendo inimigo e contrário ao Cristianismo, e tem divergido nessa direcção durante os subsequentes 2,000 anos.

Tomás de Aquinas, escrevendo no século 13, acreditava que os preceitos morais da Bíblia predatavam a Criação, sendo que os mesmos haviam sido estabelecidos por Deus. Outros preceitos eram cerimoniais e judiciais, e haviam sido estabelecidos durante o tempo de Moisés para um povo específico e para um tempo específico (neste caso, para os Antigos Hebreus). Consequentemente, depois da chegada de Cristo, estes preceitos não são vinculativos para os não-Hebreus que se converteram ao Cristianismo visto que a Nova Aliança (estabelecida através de Cristo) é o instrumento através do qual Deus disponibiliza a misericórdia e expiação para a humanidade.

A natureza anti-Cristã do Judaísmo moderno é uma que até os estudiosos Judeus concordam entre si. Este traço proeminente e característico do Judaísmo é, na verdade, aquele que, como religião, o define. Mas há muito mais que o desacordo teológico que distingue o Judaísmo, e que demonstra como o Judaico-Cristianismo é um conceito contrário à História.

Joseph Klausner, no seu livro, “Jesus of Nazareth”, expressou o ponto de vista Judaico de que os ensinamentos de Cristo eram "....irreconciliáveis com o espírito o Judaísmo." Gershon Mamlak, intelectual Judeu, alegou a dada altura que o Cristianismo encontra-se "em oposição directa ao papel do Judaísmo como o Povo escolhido." O escritor Judeu Joshua J. Adler admite que "As diferenças entre o Cristianismo e o Judaísmo são muito mais que meramente acreditar que o messias já veio ou ainda está por vir."

(...) Os ideais constantes e politicamente motivados da entidade imaginária com o nome de "Judaico-Cristianismo" são totalmente anti-tradicionais devido à sua teologia ultra-modernista. O facto é que o "Judaico-Cristianismo", dada a volumosa história de atitudes anti-Cristãs por parte dos líderes e dos Judeus comuns, não seria viável se não fosse inicialmente secular.

Visto que, religiosamente falando, o conceito do Judaico-Cristianismo é inválido, então ele cumpre algum outro propósito. Num mundo de alianças políticas que rejeitaram as declarações de fé, o Judaico-Cristianismo preenche precisamente o papel duma seita secular. O propósito desse seita é, de facto, o de de-cristianizar os Cristãos.

As pessoas que inventaram o conceito previram que, depois do falhanço da União Soviética como veículo de imposição do ateísmo, remover de forma compulsória a religião seria impossível. No entanto, ao apelar de forma ostensiva a um certo número de ideias Cristãs, e invertendo-as lentamente, eles poderiam atingir esse objectivo.

O papel do Judaico-Cristianismo como nada mais que um motivador secular é o reflexo do facto duma pessoa poder ser considerada como "Judeu" por nascimento, mesmo que não seja religiosa. Disto procede que o "secularismo" não é, de facto, inimigo do Judaico-Cristianismo, mas o seu reflexo no espelho. Afinal, se o Judaico-Cristianismo é o núcleo da civilização Cristã, então não há forma de sociedade alguma do Ocidente ser propriamente identificada como pertencendo ou governada por doutrinas Cristãs.

Para os Americanos e para os outros Europeus do Ocidente, um dos propósitos de se avançar com o termo "Judaico-Cristianismo" é o e permitir integrar os Judeus no "mainstream" da sociedade, talvez até numa tentativa de mitigar acusações dirigidas a eles de serem usurpadores da ética laboral Ocidental. Mais uma vez a História fala contra isto. Desde Karl Marx até Sigmund Freud até Leon Trotsky e até os neo-conservadores dos dias de hoje, os movimentos politico-sociais que corroeram o que era a Europa Cristã foram, em larga parte, liderados e organizados por pessoas que se identificavam como Judeus.

O "núcleo" Judaico do "Judaico-Cristianismo" pode ser visto através da atitude das igrejas Protestantes em relação a Israel. Em troca, o Cristianismo, ou a sua versão secularizada e institucionalizada do mesmo, tornou-se suficientemente aceitável para os Judeus considerarem os Cristãos (outrora seus inimigos) como aliados. Sob a bandeira do "Judaico-Cristianismo", os Judeus obtiveram de volta o seu estatuto de "povo escolhido", e os assim-chamados "Cristãos" Sionistas começaram a cantar louvores a Israel.

É esta crença que confere santidade ao estado de Israel. Isto por si só provavelmente é uma crença que emana de outra crença bizarra do Judaico-Cristianismo, o "Shoanismo". Por este motivo, o Judaico-Cristianismo é facilmente usado pelos líderes de Israel para levar a cabo uma agenda política que favorece esse estado político estrangeiro acima dos interesses dos Estados Unidos, ou acima dos interesses dos seus companheiros Cristãos.

O AIPAC, e muitos outros homens de negócios Americanos que têm um interesse lucrativo com a guerra, têm feito campanha por mais guerras como um assunto de negócio, mas são os Judaico-Cristãos que têm acrescentado gasolina à fogueira.

Em última análise, os assim-chamados valores Judaico-Cristãos são, de forma geral, mais uma manifestação do modernismo e do secularismo militante. Eles são consequência duma doutrina que é necessária não para a melhoria pessoal através da aderência à orientação Divina, mas sim necessária para o dogma que gerou as sociedades modernas.

~ http://bit.ly/2in604g

* * * * * * * *

Convém ressalvar que os próprios Judeus rejeitam a noção duma civilização "Judaico-Cristã":



Dito isto, se a invenção do "Judaico-Cristianismo", não vem nem dos Cristãos e nem dos Judeus, então quem estará por trás dela?



A superioridade do Nacionalismo sobre as alternativas


Aparentemente há alguma verdade nas palavras de quem afirma que o pêndulo Histórico volta sempre para o lugar de origem.



sábado, 17 de dezembro de 2016

Evitem relacionamentos com mulheres feministas

Por Daryush Valizadeh

O feminismo deriva o seu poder de dois fontes: o primeiro é a enorme classe média pagadora de impostos. Ela disponibiliza dinheiro sob forma de "assistência social" às mães solteiras; ela extrai ou rouba o dinheiro dos maridos e dos pais através duma sistema judicial agressivo que coloca os interesses da mulher acima dos interesses dos homens [e das crianças]; ela aplica leis contra a masculinidade usando as autoridades locais; ela financia os programas de estudo feministas nas universidades públicas.

Se a isto acrescentarmos a necessidade que o sistema tem de obter votos femininos durante as eleições, e a feminização dos homens que votam segundo elas, é fácil de entender como o seu poder se encontra enraizado nos Estados Unidos. E nem cheguei a falar da forma como os média mainstream contratam patetas feministas como forma de apelar a uma audiência feminina cada vez mais obesa que está tão ansiosa por uma racionalização hamsteriana tal como está por bolinhos e pizzas artesanais.

É esta enorme classe média que explica de modo parcial o porquê do feminismo estar a avançar em países como o Brasil, mas não na Argentina e nem na Colômbia. Embora existam várias excepções para esta regra da classe média, não irão encontrar avanços feministas em países com uma classe média fraca. Esta fonte de poder feminista irá enfraquecer à medida que o mundo se aproxima dum evento económico singular, mas até esse momento, temos o poder individual como forma de acelerar o declínio através duma acção simples: não tenham relacionamentos com mulheres que se identificam com o feminismo.

A mulher só irá continuar com um dado comportamento se o mesmo permitir que ela continue a receber o que ela quer da vida. Até agora, ser feminista ainda não prejudicou as suas chances de "descoberta sexual" quando ela se dirige para a noite, ou quando ela filtra centenas de mensagens nos sites de relacionamento. O homem que se encontra num bar, à noite, pode girar os olhos ao ouvir os pontos de vista duma feminista, mas irá, mesmo assim, tentar ter algum tipo de relacionamento sexual com ela.

Isto tem que acabar.

Da mesma forma que os homens rejeitam as mulheres obesas, deixando-as para a subclasse de homens de pouca qualidade que se irão envolver com qualquer tipo de mulher, os homens têm que discriminar sexualmente as mulheres tendo como base o seu sistema de crenças misândrico.

Não só os homens têm que deixar de lado a mulher que se identifica com o feminismo, como têm que deixar bem claro o porquê dela ser rejeitada por ele. Tem que ficar bem claro que o homem que ela estava a considerar para envolvimento íntimo rejeitou-a devido às suas crenças. Exemplo:

Mulher: "É triste que os homens ainda ganhem mais dinheiro que as mulheres".
Vocês: "Espera lá. Tu és uma feminista?!"
Mulher. Bem......sim."
Vocês: "Que pena. Eu não me envolvo com feministas. Uma boa noite para ti."

Mulher: "O controle da natalidade deveria ser um direito humano, tal como o acesso à internet através dos telemóveis."
Vocês: "Então tu és uma feminista?"
Mulher: "Sou de opinião de que se acreditas na igualdade genuína, tu também és um feminista."
Vocês: "LOL! Eu não falo com feministas."  *vira as costas e vai-se embora*

A hipótese dum debate ou duma discussão não se encontram sobre a mesa. Não deixem que ela tenha a chance de explicar as suas crenças e nem que tenha a chance de exigir que tu expliques as tuas. Mal ela admite que é uma feminista, alguém que acredita na superioridade feminina à custa do bem-estar dos homens, ela deixa de existir no teu mundo.

A emasculação dos homens no Ocidente está a avançar tão rapidamente que já é tempo de passar da fase dos relacionamentos não-discriminados para a punição sexual de mulheres que votam em políticos que avançam com leis que tornam os homens em cidadãos de segunda. Só nos podemos culpar a nós mesmos se por acaso persistimos no comportamento hipócrita de lamentar a destruição dos homens ao mesmo tempo que damos gratificação sexual às mulheres que avançam com essa destruição. O nosso desejo tem que se tornar subserviente aos nossos princípios.

Parte se mim questiona de por acaso já avançamos para além do tempo em que este tipo de acção possa ter algum tipo de efeito considerável, mas mesmo que sim, é uma linha de acção que os homens têm que adoptar visto que temos que alinhar o nosso comportamento com as nossas crenças, e as nossas crenças com o nosso carácter.

Não nos podemos queixar do facto de estarmos a ser roubados por um ladrão ao mesmo tempo que permitimos que isso aconteça.

Se uma mulher for rejeitada duas ou três vezes por ser feminista, ela pensará duas vezes antes de partilhar essa afiliação com os homens que ela vier a conhecer. E se ela for incapaz de partilhar essas crenças, e discuti-las abertamente, a sua mente começará a olhar para elas como vergonhosas e controversas.

Sem água, o solo feminista começará a secar no seu cérebro, e a planta murchará. Ela hesitará em propagar as suas ideias, e virá correctamente a ver que o feminismo é algo que prejudica os relacionamentos heterossexuais.

A classe média Americana encontra-se em declínio. O governo, imerso em despesas, ver-se-á na obrigação de reduzir o fluxo de verbas para os bolsos do establishment feminista. Se a isto combinarmos homens que rejeitam as mulheres feministas, acredito que estamos perante uma combinação de boxe 1-2 que pode colocar esta ideologia em banho-maria, embora possa continuar a ter adeptos junto dos transsexuais e dos homossexuais da sociedade, e não junto da moça bonita com quem tu trocaste olhares na cafetaria. Com alguma sorte, ela não é feminista, mas se for, rejeita-a rapidamente, sem qualquer tipo de compaixão.

~ http://bit.ly/2hpSyPJ






Enriquecimento cultural na Europa

..

..






quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Mário Soares

.



A "História" não condena ninguém, mas Deus sim. As almas de todos os Portugueses que foram assassinados pelo exército armado dos internacionalistas certamente que clamarão contra aqueles que, colocando em causa 500 anos de história comum, resolveram (contra a vontade do povo) , entregar o país àqueles que, desde então, têm-se enriquecido com trabalho na nação.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT